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Thursday, October 01, 2009

Tou com um psycho lóve por um Homem

E ele faz anos hoje.
Muitos Parabéns!!!
Puto Xarila...

Sunday, July 12, 2009

É um nunca mais acabar de pics...

Holly Cross ( Onde está o Wally?)


Agora sem mãos e sem pernas

O PODER do Chá


Pah, agora a falar a sério...

Friday, June 26, 2009

Mai Pics da Trip Cigana 09 e outras cenas várias...


A Chegada a Mil Fontes devidamente documentada (todos de barba feita)





Era grande mas nao era grande coisa... Temkesébeber!!!






Manta Rota acho eu...






Um dia lindo na Marina de Lagos (Eh briol!!!)






Lagos (Advocate's lawyers)





Crusing in Lagos and always representing...




Afinal havia um restaurante lá em baixo, xé!!!






Tipo, cabeças cheias da merda...





A Pic da ponte dos namorados...






Dudu in da morning...





Mais Peq. and the clouds puzzeling my mind...






Deixa-me beber o café e já te digo aonde eu vou...

Prémio - Best W.C. Público de Portugal Continental





Mil Fontes - Diz que neste momento havia uns foguetes...







A última da trip




Vida de Répah... Gira a jante.



Santos Populares do aperta o papiro




Pasteis de Belém a 180 escudos... Bons tipo mel.

Thursday, June 25, 2009

Monday, February 09, 2009

Como conheci o Dudu

Isto agora é difícil, porque não me lembro precisamente do Momento Exacto... Foi um conhecimento mais por habituação, por aglutinação, vá... Ele conhecia o Valter, eu conhecia o Valter, e assim sugámo-nos (socialmente) um ao outro sem dar conta... Mas lembro-me perfeitamente dos primórdios do relacionamento... Ele usava óculos com uma fita da Oakley ou da Quicksilver... Assim uma marca do surf... E vestia simples, como eu, t-shirts básicas ou do surf, calças de ganga Levis ou Soviet e ténis redley ou allstar... Como eu. Exactamente como eu... Para mim, o começo não foi fácil... Havia algo que me fazia espécie no Dudu. Acho que era uma maneira de falar e de agir muito á vontade, muito conheço-te á bué, que me intrigava um coche... HEHEHE, até me lembro de o Valter dizer, epá vamos ali ao núcleo ou então ao Massamá e não sei k, vamos só esperar pelo Dudu, ao que eu respondia, fdx caga lá nisso, esse gajo é um pa-te-ta. Não o curtia a principio, vá! Arrependo-me. Porque se calhar perdi minutos de convivência com ele que nunca mais vou recuperar... Bem, mas depois de o conhecer bem, fdx, parecia que estava a falar com um espelho... Era Eu, mas só a minha melhor parte... Mais divertido, mais para cima, mais para rir... Em termos musicais era igual. Gostava do que eu gostava. Eu dizia, epá esta musica, ele fdx e esta ainda é melhor... Gosto de pensar que fui eu que lhe dei a conhecer a melhor banda do mundo, mesmo que ele diga, e não e foi não sei quem... Foi nada. Fui eu. Lembro-me de ir com ele a Lisboa comprar Cds dos BR... O dinheiro era pouco por isso ele comprava um, eu comprava outro, diferente... Ele foi o No Control, eu foi o Suffer. Foi uma má escolha minha, o Suffer tinha 30 minutos, mas era BR... Era viciado no Jogo, como eu. De todo o tipo: nas arcadas ou no PC ou na PS ou na arrecadação... Lembro-me de grandes tardes/noites a jogar poker ou blackjack a barafusos ao som de Metallica. Espectáculo do caraças! Era um viciado em bola. Como eu. Era CM, era no café a falar, era tudo. Pena que era do Sporting, mas isso pronto, fazer o quê?. Vimos o 3-6 juntos no Funtastic e eu acho que fui respeitador (olhá águia, olhá águia)... Gostava de Montanhismo, como eu... Grandes passeatas por Massamá, sim senhor... O quê? Aquela subida do Iberopa não é montanha? Não que não é...

Lembro-me de Altas Cenas, principalmente em Massamá (Uma passagem de ano Espectacular/Merdosa com direito a manchas de Espumante vitalícias no tecto), mas também na Lagoa (Saltar muros/Smells like cheese spirit/Goldstrikes), na Figueira (campismo de luxo), no Saldanha (MI3 soundtrack, brutalllll), em Monção (BR LIVEEEEEEEEE)...

É óbvio que as pessoas crescem e a convivência dilui um bocado, mas pronto...
Já se chorou muito a rir, já foi do caraças...

Monday, February 02, 2009

Como conheci o Mais Pequeno

Bem, foi essencialmente devido á minha frequência regular no extinto café-bar Dakar em Massamá Norte. Ia lá com alguns amigos, o Valter, o Dudu, o Calmeirão e havia um grupo engraçado de pessoal que parava lá muito, no qual ele estava inserido. O Valter, como sempre, andava á procura de juntar o prazer e o cash e então começou a trabalhar lá por uns tempos e assim ele começou a travar conhecimento com praticamente toda a gente que lá parava assiduamente. Um deles foi o Mais Pequeno. Não sei porquê, ele começou também a trabalhar lá no café (aliás sei, mas revelar isso já me podia envolver em quezílias jurídicas) e os laços de amizade entre grupos começarem-se a estreitar. Eu mantinha-me sempre de pé atrás, porque isto de dar confianças a gajos que não conheço desde o infantário, demora o seu tempo. Sentava-me na mesa meio indiferente, falava em monossilábicos (ya, pô, hum) e ria-me quando achava apropriado. Mas comecei a achar potencial a esse grupo estranho e perguntando ao Dudu o que ele achava, ele respondeu: Epá são fixes e tal, vê lá tu o Gavazi isto, o Miguel aquilo, o Bruno não sei quê.... Orait pensei, tudo nos conformes. Então uma bela noite, entrei sozinho no Dakar. Estava deserto, porque eu tinha a mania de jantar cedo e pôr me logo na alheta, o que fazia que eu apanhasse secas de uma hora á espera de gente conhecida. Ora, deviam ser 20he30m quando entrei no café e sentei-me ao balcão. Pedi um café ao Nuno (profissão: filho) e bebi-o em silêncio. Oiço-o dizer: Porra né que tá esssse puto? Eu olho para ele. Ele continua, porra tou atrasado e blá-blá-blá (tradução: tou a ressacar forte e feio). Senti que devia fazer algo para o ajudar a esquecer as dores e peço um JB 15 anos com 3 pedras de gelo. Ele, distraído com a falta de alcalóides, dá-me um copaço monstro. Eu penso, fdx espero que não me cobres meia-garrafa... Entretanto, o puto chega. Cabelo comprido, uma ligeirissima penugem facial na zona do bigode e pêra, calças de ganga á Jay-Z, Botas Timberland amarelas, cachecol com padrão escocês e um casaco/colete da Timberland também. Azul, se a memória não me falha. Assim que ele entra, o N. sai disparado, nem ai nem ui. Eu dou um golo no balde e saco de 1 pintor pá máquina de flippers do No Fear. Xi, essa máquina... Bem adiante, meto a chapa e o puto, tirando o cachecol, vira-se e diz: Ehhh, tamém vou entrar... Agora, aquilo do No Fear, duas chapas equivalem a três créditos, por isso achei um bom negócio, mas a presunção do “Vou”, fez tilintar a sirene de alerta campeones-na-área. Mas tudo bem. Enquanto eu jogava, ele atarefava-se com afazeres próprios de barman (bicas grátis, golinhos nas garrafas não-marcadas). Quando eu perdia dizia, és tu e lá vinha ele de ladex, dar chapadas no contraplacado. E trocámos impressões sobre as melhores tácticas para intrujar no jogo, vai-se ali ákela rampa bué vezes para a extra, ali é o lock, agora é rampas pó jackpot, cuidado com o tilt e prontos, o gelo tava quebrado, o resto é história. Nada a reclamar, desculpa lá a cena de Santa Cruz e obrigado pela boleia ao aeroporto.

Tuesday, January 27, 2009

Como conheci o Calmeirão

(Isto a propósito da minha série de tv favorita – Foi assim que aconteceu...)

Bem, na verdade, já o conhecia de vista... Ele frequentava (hipérbole) a mesma escola do que eu (Preparatória da Amadora), mas enquanto eu estava no quinto ano, ele estava no sexto... Agora imaginem um rapaz gordinho, baixinho e com feições de cigano. E a minha característica preferida: Tinha um rabixo. Sem exagero, com 30 cm de comprimento. Tome nota: sem exagero! Não havia como não notar nele. Um matraquilho que era lá dos gangs do Senhor das Moscas de Carenque e que gostava de distribuir tabefes a putos magrinhos e com óculos... Xi, quem é que se ia meter com gajos assim? Com um rabixo? Porra... Agora, ele foi viver para o meu prédio e lembro-me como se fosse há 1 semana, o meeting. Vi-o a chegar com os Pais (vestia calças de ganga azuis claras, t-shirt branca e ténis desportivos, tudo made in feira de carca) e pensei, xiii, olha quem é o artista? E ele nada, mas olhou para mim com cara de que me reconhecia de algum lado... Fui jogar á bola com uns putos lá na rua enquanto a sua entourage foi checar a casa nova. Depois a minha mãe chamou-me, tiago este menino também anda lá na tua escola! Eu, ah é? Hum, não tou a ver... Ele estende-me a mão sem dizer nada e depois do passou-bem, diz, ricardo, tu-u bem? Ya, bora jogar á bola, respondo. Jogamos umas breves horas e pensei, fixe outro com pés quadrados, como eu... E tinha outra característica a jogar á bola que eu adorava: era capaz de fazer uma permanente de nível profissional a si próprio quando se preparava para bater um penalty. Depois ele perguntou, xamaxte quê? Tiago, respondi, Tiago... Já t’ vi na excola, diz. Ah é? Eu não tou memo a ver, respondo. Pergunta, tão e ‘qui é fixe e o caraxas? Respondo, eu gosto. Pá, não ádas na tuma do Veío, pergunta. Eu respondo, ando ando... ele, ya... eu, ya...
Não resisti á provocação e digo-lhe, epá esse rabixo a ti até te fica bem... ele passa a mão pelo cordel de cabelo e olha para mim rindo-se. No dia seguinte, já não o tinha e a partir daqui, todos os putos que ele conhecia pensavam que ele era um puto normal. Mas eu sabia a verdade... Eu sabia que ele era um lost boy.

Juntos, vivemos muita história engraçada... Um dia reporto algumas só naquela, para a posteridade.
Ainda é meu amigo, dos mais antigos e dos melhores, mas ás vezes falha-me em grande estilo. Fazer o quê? Tá cá dentro. E pronuncia salsicha como ninguém.

E eu até entendo o porquê das falhas-môr...
É que isto de brincar aos policias e ladrões com água pelos tornozelos tem o que se lhe diga...

Wednesday, January 14, 2009

Amar A Ele...

Temperatura estagnada no burgo mesmo a 100 á hora.
Palmeiras, verão amarelo, alcatrão, mar de gente...
Vejo-o. Não a Ele, mas vejo-o.
Em todas as caras. Feias, bonitas, pretas ou brancas.
Ali está, olha.
A rir, o malandro.
Pequeno, rechonchudo, inocente, perfeito.
Bate. Bate o aperto.
Inspiro, não resulta. Grito e praguejo, alivia.
Meto o pedal to the metal a ver o que acontece.
Não acontece nada, todos se desviam como o Neo se desvia da bala.
O estrangulamento não passa. Agora já não passa.
Fico com a cara salgada. Adocico-a com um som mais pesado.
Falo sozinho. Digo em estrangeiro que a vida é uma lição, aprende-se quando termina.
Lembra-me outro filme e rio-me para dentro. A ver se cola.
A ver se algo lá no fundo se toca e tem a gentileza de ecoar felicidade. Hello???
Fazer o quê, foda-se?

Wednesday, October 01, 2008

PARABENS!!!


Aos 13 Anos já se começa a ser gente...

Parabens maninho!!!

Saturday, October 07, 2006

O “Baixinho Maravilha”...


6:30 da matina, Aeroporto de Lx – Tou eu e a Mónica á espera das bagagens e penso “até que tou calminho...”, quando finalmente tamos prontos e dirigimo-nos para a saida sinto um estremecimento mas penso que tá controlável, mas quando o vi, nem queria acreditar nos meus olhos e quando o abracei pronto, lá foi o controlo todo, chorei que nem uma velhinha...
Existem muitos jogadores chaves na minha selecção lusitana como a minha mãe e o paulo na primeirissima linha, dando consistência no meio campo, todo o jogo passa por lá invariavelmente, qual voz de comando, a minha avó e avõ, que com a experiência que só se adquire com muitos minutos nas pernas em jogos capitais, transmitem calma á defesa. Depois temos os meus velhos amigos com quem posso jogar de olhos fechados, tal é o conhecimento mútuo e á-vontade no ataque, até pessoas novas que conheci, convocatórias de ultima hora que vieram dar mais frescura e vivacidade ao time, e, como esquecer, o mais pequeno, my brada “baby-face” ponta de lança, avançado terrivel que após 3 anos de luta, está mais maduro e vai para cima de qualquer defesa de nivel intergalactico, quiça mais experiente e matreira, sempre á procura de um “furo” para facturar e que quando é solicitado na área diz “presente foda-se!!!”, mas a estrelinha da companhia, o MVP, o maradona da selecção, aquele que o meu povo paga bilhete para ir ver é o meu manito Ruben, o artista- fantasista-repentista que possui um baixissimo centro de gravidade, o camisola 10 que desiquilibra, que parecendo ás vezes não estar em campo, num ápice finta meia equipa e BUM, golaço de 30 metros, toma e vai buscar, embrulha e volta a dar. É paixão, é amor, é o Fifa World Player of the Year foda-se...